01/02/2011 06h59 - Atualizado em 01/02/2011 08h18
Engenheiro é eletrocutado em obra da Linha 4 do Metrô de SP
Acidente aconteceu na madrugada desta terça na Estação Fradique Coutinho.
Vítima morreu após levar descarga elétrica de cerca de 20 mil volts.
Do G1 SP
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Um engenheiro de 40 anos morreu após levar um choque elétrico na madrugada desta terça-feira (1º) no canteiro de obras da Linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo, que vai ligar a Luz à Vila Sônia.
O acidente aconteceu por volta de 1h durante um trabalho na futura Estação Fradique Coutinho. O engenheiro Ricardo Martins trabalhava para uma empresa terceirizada que presta serviços para o Consórcio Via Amarela. Ele morreu após levar uma descarga elétrica de cerca de 20 mil volts. A Polícia Civil investiga o caso.
Em nota, a Via Amarela informou que o acidente “trata-se de uma fatalidade com profissional de larga experiência que prestava serviços através de empresa subcontratada. A empresa informa que tomará todas as providências cabíveis e dará todo o apoio necessário à família.”
O Metrô afirmou que está acompanhando os desdobramentos do acidente e que, “por intermédio do Consórcio Via Amarela, tomará todas as providências cabíveis e dará todo o apoio necessário à família”, diz a nota. O Metrô também informou que está analisando as causas do acidente.
Outros casos
Este não foi o primeiro acidente com morte nas obras da Linha 4. O mais grave aconteceu em janeiro de 2007, quando sete pessoas morreram após a abertura de uma cratera nas obras da futura Estação Pinheiros, na Zona Oeste.
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Eletrocutados em hangar de SP eram genro e sogro, afirma polícia
Caso deve ser registrado como acidente de trabalho, diz Polícia Civil.
Perícia já havia sido feita por volta das 14h desta terça-feira.
Juliana Cardilli
Do G1 SP
Os dois homens que morreram carbonizados após receberem uma descarga elétrica dentro de um hangar da companhia aérea Avianca no Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo, na manhã desta terça-feira (25), eram genro e sogro, segundo informações da Polícia Civil. A ocorrência foi encaminhada para a delegacia do aeroporto e deve ser registrada como acidente de trabalho.
Por volta das 14h, a perícia já havia sido feita, mas os dois corpos permaneciam no hangar, na Rua dos Tamoios. Segundo o médico Diogo Alexandre Mancini, do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), uma das vítimas segurava uma barra de ferro que encostou em um fio de alta tensão. A descarga elétrica de 13 mil volts acabou atingindo a outra vítima. Afonso Campos Paulo e Thiago José Afonso morreram na hora. Segundo os bombeiros, eles eram funcionários terceirizados.
saiba mais
Dois são eletrocutados em hangar de Congonhas
Após o acidente, a Eletropaulo foi acionada para interromper o fornecimento de energia elétrica do galpão, evitando mais riscos. Segundo a Polícia Militar, o hangar dá acesso ao Aeroporto de Congonhas.
Em nota, a assessoria de imprensa da Ocean Air Linhas Aéreas, que opera no Brasil como Avianca, informa que os dois mortos são funcionários de uma empresa prestadora de serviços e que o acidente aconteceu quando eles realizavam obras no hangar. A nota informa ainda que a empresa se manifesta solidária às famílias das vítimas e que está à disposição das autoridades para os esclarecimentos necessários.
Já a Infraero informou que, por se tratar de uma área da companhia aérea, não irá se pronunciar sobre o assunto.
Forte estrondo
Na frente do galpão, há algumas lojas que estavam fechadas devido ao feriado de aniversário de São Paulo. Apenas um posto de gasolina funcionava. Os frentistas relataram ter ouvido o barulho de uma explosão. "Teve uma explosão e deu para ver o fogo. A chama foi alta. O barulho foi igual ao de um transformador estourando quando chove. Foi um susto, o problema é que a gente não pode chegar perto e socorrer", disse o frentista Luiz Carlos de Moura, de 51 anos.
Caso deve ser registrado como acidente de trabalho, diz Polícia Civil.
Perícia já havia sido feita por volta das 14h desta terça-feira.
Juliana Cardilli
Do G1 SP
Os dois homens que morreram carbonizados após receberem uma descarga elétrica dentro de um hangar da companhia aérea Avianca no Aeroporto de Congonhas, na Zona Sul de São Paulo, na manhã desta terça-feira (25), eram genro e sogro, segundo informações da Polícia Civil. A ocorrência foi encaminhada para a delegacia do aeroporto e deve ser registrada como acidente de trabalho.
Por volta das 14h, a perícia já havia sido feita, mas os dois corpos permaneciam no hangar, na Rua dos Tamoios. Segundo o médico Diogo Alexandre Mancini, do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), uma das vítimas segurava uma barra de ferro que encostou em um fio de alta tensão. A descarga elétrica de 13 mil volts acabou atingindo a outra vítima. Afonso Campos Paulo e Thiago José Afonso morreram na hora. Segundo os bombeiros, eles eram funcionários terceirizados.
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Dois são eletrocutados em hangar de Congonhas
Após o acidente, a Eletropaulo foi acionada para interromper o fornecimento de energia elétrica do galpão, evitando mais riscos. Segundo a Polícia Militar, o hangar dá acesso ao Aeroporto de Congonhas.
Em nota, a assessoria de imprensa da Ocean Air Linhas Aéreas, que opera no Brasil como Avianca, informa que os dois mortos são funcionários de uma empresa prestadora de serviços e que o acidente aconteceu quando eles realizavam obras no hangar. A nota informa ainda que a empresa se manifesta solidária às famílias das vítimas e que está à disposição das autoridades para os esclarecimentos necessários.
Já a Infraero informou que, por se tratar de uma área da companhia aérea, não irá se pronunciar sobre o assunto.
Forte estrondo
Na frente do galpão, há algumas lojas que estavam fechadas devido ao feriado de aniversário de São Paulo. Apenas um posto de gasolina funcionava. Os frentistas relataram ter ouvido o barulho de uma explosão. "Teve uma explosão e deu para ver o fogo. A chama foi alta. O barulho foi igual ao de um transformador estourando quando chove. Foi um susto, o problema é que a gente não pode chegar perto e socorrer", disse o frentista Luiz Carlos de Moura, de 51 anos.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
Comércio de incandescentes terá fim em 2016
As lâmpadas incandescentes comuns serão retiradas do mercado paulatinamente até 2016. Portaria interministerial de Minas e Energia, Ciência e Tecnologia e Indústria e Comércio regulamentando a retirada foi publicada no Diário Oficial da União. A finalidade é que elas sejam substituídas por versões mais econômicas.
De acordo com o Ministério de Minas e Energia, a medida é fruto de um longo processo de negociação com setores da sociedade, por meio de consulta pública via internet e de audiência pública.
Técnicos do ministério estimam que a medida, publicada no dia 06 de janeiro, aliada a outra portaria que trata do Programa de Metas das Lâmpadas Fluorescentes Compactas, trará ao país uma economia escalonada até 2030 de cerca de 10 terawatts-hora (TWh/ano). Equivale a mais do que o dobro conseguido com o Selo Procel, utilizado atualmente.
Conforme detalhado na portaria, fazem parte da regulamentação as lâmpadas incandescentes de uso geral, exceto as incandescentes com potência igual ou inferior a 40 Watts (W); incandescentes específicas para estufas ? de secagem e de pintura ? equipamentos hospitalares e outros; incandescentes refletoras/defletoras ou espelhadas, entre outras.
De 30 de junho de 2012 até 30 de junho de 2016 ? a não ser que surja uma nova tecnologia que permita às lâmpadas incandescentes se tornarem mais eficientes ? esse tipo de produto será banido do mercado, segundo técnicos do Ministério de Minas e Energia.
No mercado brasileiro existem 147 modelos de lâmpadas incandescentes etiquetadas, de quatro fabricantes diferentes. Estima-se que a lâmpada incandescente seja responsável por aproximadamente 80% da iluminação residencial no Brasil. O mercado brasileiro consome atualmente cerca de 300 milhões de lâmpadas incandescentes e 100 milhões de lâmpadas fluorescentes compactas.
De acordo com o ministério de Minas e Energia, as tecnologias que envolvem os sistemas de iluminação se desenvolveram rapidamente, nos últimos anos, disponibilizando equipamentos com mais eficiência e durabilidade.
Paradoxalmente, aumentou também a preocupação com a escassez de energia e a busca de soluções que contemplem a boa iluminação conjugada a equipamentos mais eficientes e formas inteligentes de utilização. Diante disso, a tecnologia utilizada nas lâmpadas incandescentes se tornou obsoleta.
Tecnologias já consolidadas, como as lâmpadas fluorescentes compactas, podem fornecer quantidade maior de luz com um custo energético muito inferior à tecnologia incandescente.
De acordo com o Ministério de Minas e Energia, a medida é fruto de um longo processo de negociação com setores da sociedade, por meio de consulta pública via internet e de audiência pública.
Técnicos do ministério estimam que a medida, publicada no dia 06 de janeiro, aliada a outra portaria que trata do Programa de Metas das Lâmpadas Fluorescentes Compactas, trará ao país uma economia escalonada até 2030 de cerca de 10 terawatts-hora (TWh/ano). Equivale a mais do que o dobro conseguido com o Selo Procel, utilizado atualmente.
Conforme detalhado na portaria, fazem parte da regulamentação as lâmpadas incandescentes de uso geral, exceto as incandescentes com potência igual ou inferior a 40 Watts (W); incandescentes específicas para estufas ? de secagem e de pintura ? equipamentos hospitalares e outros; incandescentes refletoras/defletoras ou espelhadas, entre outras.
De 30 de junho de 2012 até 30 de junho de 2016 ? a não ser que surja uma nova tecnologia que permita às lâmpadas incandescentes se tornarem mais eficientes ? esse tipo de produto será banido do mercado, segundo técnicos do Ministério de Minas e Energia.
No mercado brasileiro existem 147 modelos de lâmpadas incandescentes etiquetadas, de quatro fabricantes diferentes. Estima-se que a lâmpada incandescente seja responsável por aproximadamente 80% da iluminação residencial no Brasil. O mercado brasileiro consome atualmente cerca de 300 milhões de lâmpadas incandescentes e 100 milhões de lâmpadas fluorescentes compactas.
De acordo com o ministério de Minas e Energia, as tecnologias que envolvem os sistemas de iluminação se desenvolveram rapidamente, nos últimos anos, disponibilizando equipamentos com mais eficiência e durabilidade.
Paradoxalmente, aumentou também a preocupação com a escassez de energia e a busca de soluções que contemplem a boa iluminação conjugada a equipamentos mais eficientes e formas inteligentes de utilização. Diante disso, a tecnologia utilizada nas lâmpadas incandescentes se tornou obsoleta.
Tecnologias já consolidadas, como as lâmpadas fluorescentes compactas, podem fornecer quantidade maior de luz com um custo energético muito inferior à tecnologia incandescente.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Incêndio causado por curto-circuito destrói casa na zona norte de Manaus
12 Ago 2010 . 20:11 h . Felipe Carvalho . portald24am@gmail.com
Vizinho acreditam que o fogo tenha iniciado com um curto circuito no poste próximo a residência.
[ i ]
CAMERA VER VÍDEOS
Manaus - Um incêndio de grandes proporções destruiu uma casa, na Rua Boqueirão, Beco Efraim, no bairro Nossa Senhora de Fátima 2, zona norte de Manaus, às 15h30, desta quinta-feira, dia 12 de agosto. Duas famílias moravam no imóvel. Ninguém estava na residência na hora que o fogo começou. Segundo a Defesa Civil, as duas famílias serão encaminhadas a Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos (Semasdh), apenas na sexta-feira, dia 13.
A doméstica Marinalda Gentil, de 26 anos, proprietária da casa, conta que estava na residência do irmão quando o episódio ocorreu. Ela morava no barraco com o marido e dois filhos, um de seis anos e outro de três anos de idade. “Não tenho para onde ir agora. Não sei onde vou passar a noite com meu marido e meus filhos, sendo que um é deficiente físico”, disse Marinalda.
Outra moradora da casa, a diarista Ariana Auzier, de 27 anos, vivia no local com o filho de um ano. Ariana morava em um quarto alugado há três meses. Ela está grávida de sete meses.
Vizinho acreditam que o fogo tenha iniciado com um curto circuito no poste próximo a residência. Como a rede elétrica não passa na área, muitos moradores optaram por realizar ligações clandestinas.
A Defesa Civil compareceu ao local. O técnico do órgão, Antônio Vieira, disse que fará o cadastro das famílias prejudicadas e as encaminhá a Semasdh. Ele também orientou a dona do imóvel a registrar um boletim de ocorrências na delegacia.
Falta de pavimentação dificulta trabalho
De acordo com os vizinhos das famílias, o incêndio durou 30 minutos. Eles contam que o Corpo de Bombeiros teve muita dificuldade no acesso à casa, pois a área está sem pavimentação.
Nilda Farias tem 57 anos e mora no bairro há 16 anos. Ela lamenta que durante todo este período o beco nunca recebeu saneamento básico e as vias estão tomadas pelo mato.
“Não temos asfalto, não temos água encanada, não temos iluminação pública, nem segurança. Das 21h até amanhecer, todo mundo tem medo de andar na rua”, declarou.
12 Ago 2010 . 20:11 h . Felipe Carvalho . portald24am@gmail.com
Vizinho acreditam que o fogo tenha iniciado com um curto circuito no poste próximo a residência.
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Manaus - Um incêndio de grandes proporções destruiu uma casa, na Rua Boqueirão, Beco Efraim, no bairro Nossa Senhora de Fátima 2, zona norte de Manaus, às 15h30, desta quinta-feira, dia 12 de agosto. Duas famílias moravam no imóvel. Ninguém estava na residência na hora que o fogo começou. Segundo a Defesa Civil, as duas famílias serão encaminhadas a Secretaria Municipal de Assistência Social e Direitos Humanos (Semasdh), apenas na sexta-feira, dia 13.
A doméstica Marinalda Gentil, de 26 anos, proprietária da casa, conta que estava na residência do irmão quando o episódio ocorreu. Ela morava no barraco com o marido e dois filhos, um de seis anos e outro de três anos de idade. “Não tenho para onde ir agora. Não sei onde vou passar a noite com meu marido e meus filhos, sendo que um é deficiente físico”, disse Marinalda.
Outra moradora da casa, a diarista Ariana Auzier, de 27 anos, vivia no local com o filho de um ano. Ariana morava em um quarto alugado há três meses. Ela está grávida de sete meses.
Vizinho acreditam que o fogo tenha iniciado com um curto circuito no poste próximo a residência. Como a rede elétrica não passa na área, muitos moradores optaram por realizar ligações clandestinas.
A Defesa Civil compareceu ao local. O técnico do órgão, Antônio Vieira, disse que fará o cadastro das famílias prejudicadas e as encaminhá a Semasdh. Ele também orientou a dona do imóvel a registrar um boletim de ocorrências na delegacia.
Falta de pavimentação dificulta trabalho
De acordo com os vizinhos das famílias, o incêndio durou 30 minutos. Eles contam que o Corpo de Bombeiros teve muita dificuldade no acesso à casa, pois a área está sem pavimentação.
Nilda Farias tem 57 anos e mora no bairro há 16 anos. Ela lamenta que durante todo este período o beco nunca recebeu saneamento básico e as vias estão tomadas pelo mato.
“Não temos asfalto, não temos água encanada, não temos iluminação pública, nem segurança. Das 21h até amanhecer, todo mundo tem medo de andar na rua”, declarou.
Notícias / Cidades / Incêndio
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Terça - 09/03/10 06h23, atualizado em 09/03/10 10h35
Incêndio causado por curto-circuito em poste danifica galpão
O fogo teria sido provocado por um curto-circuito em um poste próximo ao galpão; ninguém ficou ferido
Da Redação do pe360graus.com
01020304050607
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Foto: Reprodução/TV Globo
Um incêndio destruiu um galpão na madrugada desta terça-feira (9) no bairro de Santo Amaro, no Recife. O fogo teria sido provocado por um curto-circuito em um poste próximo ao local. Os bombeiros conseguiram controlar o incêndio por volta das 2h da manhã. Ninguém ficou ferido.
O fogo assustou muitos moradores, visto que o depósito guarda produtos inflamáveis, além de alimentos, e fica próximo a um posto de gasolina.
Um depósito da RM Express, vizinho ao estabelecimento atingido, foi atingido, mas não sofreu grandes danos.
Tags:bombeiros, fogo, recife, santo amaro
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O fogo teria sido provocado por um curto-circuito em um poste próximo ao galpão; ninguém ficou ferido
Da Redação do pe360graus.com
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Um incêndio destruiu um galpão na madrugada desta terça-feira (9) no bairro de Santo Amaro, no Recife. O fogo teria sido provocado por um curto-circuito em um poste próximo ao local. Os bombeiros conseguiram controlar o incêndio por volta das 2h da manhã. Ninguém ficou ferido.
O fogo assustou muitos moradores, visto que o depósito guarda produtos inflamáveis, além de alimentos, e fica próximo a um posto de gasolina.
Um depósito da RM Express, vizinho ao estabelecimento atingido, foi atingido, mas não sofreu grandes danos.
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segunda-feira, 8 de março de 2010
Eletricista
1 Aquele que trabalha com aparelhos elétricos ou em instalações elétricas
2 Cin. Teat. Telv. Especialista em eletricidade e iluminação, encarregado dos efeitos de luz; ILUMINADOR.
2 Cin. Teat. Telv. Especialista em eletricidade e iluminação, encarregado dos efeitos de luz; ILUMINADOR.
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Marco Roberto Junior
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
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